Mãe Executiva

Mãe: Acampar? De jeito nenhum! Você só tem 7 anos.
Filho: Tenho 15, mãe!
Mãe: Mas já?! Não é possível! Tem certeza?
Filho: Absoluta. È que nos meus últimos aniversários você estava trabalhando e esqueceu de ir.
Mãe: Esqueci, não. É que caíram em dia de semana. Se tivessem feito como eu sugeri...
Filho: Você sugeriu que mudassem o dia do meu aniversário para o primeiro domingo de maio.
Mãe: Exato. Domingo eu nunca trabalho.
Filho: papai contou que vocês se casaram num domingo e você trabalhou durante a cerimônia.

Notícias do A.T.U.N

No primeiro sábado do mês de maio, o Grupo A.T.U.N contou com a presença de 10 pessoas muito empolgadas e que logo serão futuros contadores de histórias, os caronas!

Pelas fotos vocês podem ver um pouco de como foi esse trabalho. Uma turma muito animada e bem preparada. Após passarem pelo treinamento teórico no Instituto História Viva, chegou a hora de ver como funciona na prática junto com os veteranos: esse é o Projeto Carona, que prepara os futuros Contadores de Histórias.

Plantando Sementinhas

O trabalho de contador de histórias é realmente gratificante, porém, algumas coisas que acontecem durante a “contação” nos fazem ter certeza de que estamos trilhando o caminho certo.
Muito mais que distrair os pacientes num momento delicado de suas vidas, é “plantar as sementinhas” do gosto pela literatura. Muitas crianças descobrem nesses momentos lúdicos o mundo maravilhoso dos livros e passam a olhar-los de forma diferente.
Nesse último sábado, dia 17/04, ouvimos (a Daniele e eu) de uma mãe que tem um bebê internado há algum tempo, algo mais ou menos assim: “meu filho ainda não entende as histórias, é muito pequeno, mas eu fico prestando atenção quando vocês contam, para depois poder contar para ele”.
Lembro também de um momento especial que vivenciei quando ainda estava em treinamento: contamos algumas histórias para as crianças e suas mães no corredor do HC e conseguimos mantê-los atentos o tempo todo. Quando estávamos nos despedindo para atender outros pacientes, vimos as crianças correrem para pegar seus livrinhos e pedirem para suas mães continuarem com a contação.... foi um momento mágico.

Uma Maneira de Compreender o Significado da Paz Profunda

Havia um Rei que ofereceu um grande prêmio ao artista que fosse capaz de captar em uma pintura a Paz Profunda.

Muitos artistas apresentaram suas telas. O Rei observou e admirou todas as pinturas, mas houve apenas duas de que ele realmente gostou e teve de escolher entre ambas.

A primeira era um lago muito tranqüilo. Este lago era um espelho perfeito onde se refletiam plácidas montanhas que o rodeavam. Sobre elas encontrava-se um Paraíso muito azul com tênues nuvens brancas.

Mineirinho Dando Má Notícia

CASEIRO Alô, Sô Carlos? Aqui é o Uóshito, casêro do sítio.
PATRÃO Pois não, Seu Washington. Que posso fazer pelo senhor? Houve algum problema?
CASEIRO Ah, eu só tô ligando para visa pro sinhô qui o seu papagai morreu.
PATRÃO Meu papagaio? Morreu? Aquele que ganhou o concurso?
CASEIRO Ele mermo.
PATRÃO Puxa! Que desgraça! Gastei uma pequena fortuna com aquele bicho! Mas ... ele morreu de que?
CASEIRO Dicumê carne istragada.
PATRÃO Carne estragada ? Quem fez essa maldade? Quem deu carne para ele?
CASEIRO Ninguém. EIe cumeu a carne dum dos cavalo morto.
PATRÃO Cavalo morto? Que cavalo morto, seu Washington?

A.T.U.N. na mesa

O André até tentou falar com a gente antes. Mas foi no começo da contação de sábado que conseguimos de fato combinar: ia sair o almoço do A.T.U.N.! E aproveitando que todo mundo tava lá no HC, e para não deixar brecha pra ninguém faltar, saímos logo em seguida.
Na saída, os caroneiros já foram logo se agilizando pra garantir seus lugares. E o André solta a fatídica pergunta: - Onde a gente se encontra no shopping? Com a fome de todo mundo, nem resposta mereceu. O pessoal correu pra praça de alimentação. Os papos eram dos mais variados. Risada de sobra. Misturar 10 contadores em uma mesa só dá nisso!


Naquele clima mega descontraído, entre as preferências alimentícias saudáveis do lado esquerdo da mesa, e o estilo junkie food do direito, nosso almoço de sábado foi demaaaais e virou um super incentivo para os próximos. Dou total apoio ao e-mail da Delma: deveriam ser mensais.
Que tal, galera?

O Pote de Vidro


Um professor, diante de sua classe de filosofia, sem dizer uma só palavra pegou um pote de vidro, grande e vazio, e começou a enchê-lo com bolas de golf. Em seguida, perguntou aos seus alunos se o frasco estava cheio e,imediatamente, todos disseram que sim. O professor então, pegou
uma caixa de bolas de gude e a esvaziou dentro do pote. As bolas de gude encheram todos os vazios entre as bolas de golf. O professor voltou a perguntar se o frasco estava cheio e voltou a ouvir de seus alunos que sim. Em seguida, pegou uma caixa de areia e a esvaziou dentro do pote. A areia preencheu os espaços vazios que ainda restavam e ele perguntou novamente aos alunos, que responderam que o pote agora estava cheio. O professor pegou um copo de café (líquido) e o derramou sobre o pote umedecendo a areia.